Cláudia Azeredo

Mini Bio

Cláudia Azeredo Escrevi em tijolos os anseios dos homens. Escrevi em cenários a emoção das histórias, nas tramas, a ancestralidade do vestir. Escrevi nas cores a razão absoluta do ser, nas rupturas, o desejo de mudar. Escrevi e guardo na retina, invento dramas, ensaio os próximos passos. As origens? Quase as esqueço, misturadas às vivências de todos os tempos.

RETRATOS DA RETINA – FOTOGRAFIA E MEMÓRIA

 

Alguns caminhos levam e outros desviam, prefiro estes. Mesmo nos percursos do dia a dia, enfrento-os como quem passa pela primeira vez. Gravo na retina detalhes, que mudam com o passar do tempo e com a luminosidade do dia. Há os que dizem exatamente a que vieram, há outros que plasmam sinais e deixam voar a imaginação. O que gravo na minha velha pentax representa a forma sutil com que vejo o mundo, ora colorido, ora marcado por fendas, ora apenas linhas. Tornar realidade em sonho é meu intuito.

M.A.L.A 2026

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