Cláudia Azeredo
Mini Bio
Cláudia Azeredo
As origens? Quase as esqueço, misturadas às vivências de todos os tempos.
Escrevi em tijolos os anseios dos homens.
Escrevi em cenários a emoção das histórias, nas tramas, a ancestralidade do vestir.
Escrevi nas cores a razão absoluta do ser, nas rupturas, o desejo de mudar.
Escrevi e guardo na retina, invento dramas, ensaio os próximos passos.
RETRATOS DA RETINA – FOTOGRAFIA E MEMÓRIA
Alguns caminhos levam e outros desviam, prefiro estes. Mesmo nos percursos do dia a dia, enfrento-os como quem passa pela primeira vez. Gravo na retina detalhes, que mudam com o passar do tempo e com a luminosidade do dia.
Há os que dizem exatamente a que vieram, há outros que plasmam sinais e deixam voar a imaginação.
O que gravo na minha velha pentax representa a forma sutil com que vejo o mundo, ora colorido, ora marcado por fendas, ora apenas linhas. Tornar realidade em sonho é meu intuito.






