Curso de gravura em tetra pak

R$540.00

Curso de gravura em tetra pack

 

Início: 21/03/2026

Término: 22/03/2026

Orientador: Matheus Gonçalves

Dia da semana: Sábado e Domingo

Nº de encontros: 2

Horário do curso: 10:00 – 17:00 (pausa para almoço entre 13:00-14:00)

Carga Horária 12h

Investimento:

Material: Incluso

Pré-requisito: não há

Público Alvo: artistas, designers, estudantes, público em geral

Local: Ateliê da Estela Vilela

Endereço:

 

Sinopse: Neste curso de um final de semana você vai aprender a criar matrizes de gravura com ponta-seca sobre embalagens cartonadas “tetra-pak”; aplicar colagens de papeis artesanais para adicionar cores e texturas através da técnica “chiné-collée”; e produzir registros e máscaras que permitem a produção de tiragens de estampas. Ao final do percurso, cada participante levará para casa uma pequena tiragem autoral no formato 15 cm x 15 cm, desenvolvida com cuidado e técnica ao longo dos encontros. Esta tiragem será envolvida por um envelope e serão discutidas formas de armazenamento e conservação de estampas. Todos os materiais são fornecidos, basta trazer sua curiosidade e vontade de criar!

 

Roteiro de aulas: No nosso primeiro dia, serão apresentadas referências conceituais e visuais que servirão de base para o conhecimento prático que será desenvolvido ao longo das aulas. Após breve exposição de trabalhos de artistas visuais importantes para a gravura de encave, o artista orientador fará uma demonstração da técnica. Então, todos os presentes elaboram seus projetos para a gravura que será produzida. Por fim, todos executam a gravação das matrizes de tetra-pak sob supervisão técnica do artista orientador. Durante a tarde, todos os presentes serão apresentados à ideia de registro e de edição dentro das artes gráficas. Então, os participantes são orientados a produzirem registros de impressão e de corte. No segundo dia de curso, serão realizadas impressões de teste e a partir delas os participantes realizarão ajustes nas matrizes e nos registros de modo a alcançarem uma imagem final que servirá de modelo para sua tiragem.  Por fim, cada participante desenvolverá a tiragem de sua gravura, articulando matrizes e registros na prensa de gravura. Com o término das atividades será realizada uma exposição dos resultados e uma reflexão conceitual coletiva sobre os trabalhos e experimentações será lançada em roda de conversa, com o objetivo de levantar apontamentos úteis para a continuidade da pesquisa visual nas técnicas da ponta-seca e do chiné-collé para além das atividades da oficina. Também serão discutidas formas de preservação e acomodação de estampas e gravuras, e todos serao convidados a dobrar seus envelopes para armazenam os resultados da experimentação poética que vivenciaram.

 

Sobre o Orientador: Sou Matheus Gonçalves, tenho 29 anos, sou artista visual e mestre em História Social pela USP. Minha prática artística transita entre a gravura, a pintura e a produção de livros de artista, tendo como eixo as relações entre arte, política e memória. Investigo formas gráficas de refletir sobre o futuro, recombinando imagens de arquivo, fotografias do cotidiano, colagens e técnicas de impressão como a calcogravura, o chine-collé e a monotipia. As obras resultam em objetos editoriais e peças gráficas artesanais que são ao mesmo tempo documentos poéticos sobre o tempo presente. Minha trajetória inclui participação em feiras e exposições relevantes, como a residência artística Morada Andarilha dos Livros de Artista – M.A.L.A. com exposições em Paris e São Paulo (2025), a Feira Miolos (2024, 2025), a Feira Motim (2025), a Feira Pira (2023); três edições do salão de artes visuais Visualidade Nascente (MAC-USP, C. C. Maria Antônia), nas quais recebi menções honrosas em 2017 e 2022; e Exposição de Arte da Juventude, no SESC Ribeirão Preto (2017). A dimensão pedagógica atravessa minha produção: atuei como professor do curso de ilustração da Fundação das Artes de São Caetano do Sul (2025), fui artista orientador no Programa Vocacional da Secretaria de Cultura de São Paulo (2024-2025) e sou oficineiro em diversos equipamentos culturais desde 2019, experiências que alimentam uma prática comprometida com a democratização da arte e com a potência criativa dos territórios.

 

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